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  • Simpósio de Medicina Quântica Integrativa

Craniopuntura é cientificamente eficaz

Atualizado: há 6 dias

A craniopuntura de Yamamoto (YNSA) tem sua eficácia comprovada cientificamente por vários estudos e trabalhos já publicados. Desde 2006, a acupuntura consta na Portaria Ministerial nº 971, que aprovou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS). A acupuntura é uma tecnologia de intervenção em saúde, inserida na Medicina Tradicional Chinesa (MTC), e aborda de modo integral e dinâmico o processo saúde-doença no ser humano, podendo ser usada isolada ou de forma integrada com outros recursos terapêuticos.


Segundo o anestesiologista e médico da Dor, especializado em Medicina Integrativa de Dor e em Acupuntura e técnicas correlatas, o suíço Hans Ogal, a dor aguda é um sinal de alerta vital e deve ser for tratada a tempo e de forma adequada, pois pode evoluir. O especialista ressalta que a terapia holística da dor, além de tratar a dor aguda, está sempre procurando a causa da doença.





Traumas, hábitos alimentares desfavoráveis, problemas metabólicos, influências ambientais, estresse físico, lesões, distúrbios do sistema imunológico e a predisposição hereditária são fatores que podem estar atrelados ao desenvolvimento da doença. “Após o diagnóstico, segue-se um conceito de tratamento individual. A experiência mostra que, especialmente nos distúrbios da dor, uma abordagem generalizada geralmente não é suficiente, mas que cada paciente precisa de seu próprio tratamento individual”, explica o suíço.


A craniopuntura possui objetivos, indicações e aplicações distintas. A acupuntura tradicional e a craniopuntura são duas técnicas muito eficientes “Tendo conhecimento das duas, poderemos escolher qual delas é mais indicada para cada caso”, complementa o palestrante autorizado pelo método YNSA. A acupuntura se baseia completamente nas teorias da Medicina Tradicional Chinesa. Já a craniopuntura requer maiores conhecimentos de anatomia e fisiologia do sistema nervoso, pois usa como princípio básico a estimulação da superfície craniana exatamente acima da área danificada do cérebro.


As áreas são representadas pelas zonas funcionais do cérebro e o método mostra bons resultados em patologias do sistema nervoso (AVC, Parkinson, hemiplegia, tremores, labirintite, desequilíbrios, afasia, entre outros). Também trata problemas de dores, de intestino, de estômago, hipertensão, entre outros. Quanto mais recente a patologia, mais chances o paciente tem de responder melhor ao tratamento.


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